Produtividade: quando mais significa menos.
Você já sentiu que, apesar de ter dezenas de ferramentas com milhares de funcionalidades à disposição, tudo parece mais lento e difícil de resolver?
Se sim, você não está sozinho. Vivemos um momento irônico na TI e no mundo corporativo: adquirimos softwares para ganhar agilidade, mas acabamos construindo labirintos digitais que drenam nosso tempo, orçamento e saúde mental. Seja bem vindo ao Blog da A5, onde iremos agora destrinchar este assunto e boa leitura!
A conta que não fecha.
Um estudo recente da Freshworks, o “Cost of Complexity“, traz números alarmantes que confirmam o que sentimos na pele diariamente. A promessa de modernidade se transformou em um “imposto silencioso” cobrado em complexidade.
O relatório aponta que as empresas desperdiçam cerca de 20% de todo o investimento em software. Estamos falando de ferramentas subutilizadas, implementações que falham e custos inesperados. Pior ainda: a complexidade organizacional e tecnológica chega a drenar, em média, 7% da receita anual das empresas. É dinheiro que deveria ir para inovação, mas está sendo queimado apenas para manter as luzes acesas em um ambiente caótico.
O impacto na rotina e no ITSM
Para quem trabalha com TI e ITSM, o cenário é crítico. A pesquisa revela que os colaboradores perdem quase 7 horas por semana, praticamente um dia inteiro de trabalho, lidando com sistemas fragmentados e processos complexos.
Muitas soluções de ITSM, que nasceram para organizar as rotinas, acabaram se tornando parte do problema. Interfaces datadas, fluxos de trabalho engessados e a falta de integração real criam silos onde a informação morre. Em vez de agilizar o negócio, a TI se vê presa, administrando a própria complexidade da ferramenta que deveria estar ajudando.
O resultado? Equipes sobrecarregadas tentando conectar pontas soltas, enquanto o usuário final sofre com a burocracia. Não é surpresa que 60% dos funcionários considerem deixar suas empresas, citando o burnout e a complexidade dos processos como grandes motivadores.
Simplicidade não é o oposto de avançado
Precisamos mudar a mentalidade de que “robusto” significa “complexo”, pois a verdadeira sofisticação está na simplicidade.
O caminho para o futuro do ITSM e da gestão de serviços passa por:
- Consolidação: Menos ferramentas, mas com melhor integração. Precisamos de uma “fonte única da verdade”.
- Foco na Experiência (UX): Ferramentas que as pessoas queiram usar, não que sejam obrigadas a usar.
- Inteligência Real: Automação e IA que reduzam o atrito, não que criem mais etapas de configuração.
A complexidade é uma escolha. E, muitas vezes, é uma escolha feita por inércia, acumulando camadas de tecnologia sem estratégia. Simplificar é recuperar a velocidade e colocar o foco de volta no que importa: as pessoas e a geração de valor.
Menos atrito. Mais fluxo. É disso que precisamos.
Se você tem interesse em entender melhor sobre como a Freshworks pode simplificar a Gestão dos Serviços de TI (ITSM), a A5 Solutions está a sua disposição para mostra como isso é possível. É Só mandar uma mensagem pra gente!


