Tendência de Mercado: o right-sizing do software e o adeus ao legado
Obrigado por acompanhar o Blog da A5. É sempre um prazer ter você aqui para discutir os movimentos que realmente impactam a eficiência das empresas! Neste artigo, vamos falar sobre uma mudança cada vez mais clara no mercado: em 2026, soluções “parrudas”, demoradas e difíceis de operar perdem espaço para plataformas mais ágeis, intuitivas e com retorno mais rápido. Boa leitura!
A era do software “parrudo” está ficando para trás
Durante muitos anos, a lógica de compra de software corporativo foi guiada pela ideia de que robustez significava, necessariamente, mais valor. Na prática, isso levou muitas empresas a adotarem plataformas complexas, caras de manter, longas de implementar e difíceis de usar no dia a dia.
Em 2026, esse raciocínio vem sendo revisto com mais força. CIOs e lideranças financeiras estão sob pressão para equilibrar inovação com disciplina de custos, demonstrando valor mais rápido e reduzindo fricções operacionais. Esse cenário favorece soluções que simplificam a operação, aceleram a adoção e entregam impacto em menos tempo.
É nesse contexto que ganha força o conceito de right-sizing do software: escolher uma plataforma aderente à realidade da empresa, capaz de resolver o problema com eficiência, boa experiência de uso e menor peso estrutural.
O que é right-sizing do software
Right-sizing do software é a busca por uma tecnologia com porte, complexidade e esforço de implantação compatíveis com o contexto do negócio. Em vez de investir em uma solução superdimensionada, a empresa passa a priorizar aquilo que combina velocidade, governança, escalabilidade e usabilidade.
Na prática, isso significa abandonar a lógica do “quanto mais complexo, melhor” e substituí-la por uma visão mais estratégica: quanto mais aderente, utilizável e sustentável, melhor.
Esse movimento faz sentido porque muitas organizações já não aceitam mais projetos que consomem meses (ou até mais de um ano) antes de começarem a gerar valor percebido. Ao mesmo tempo, a expansão de abordagens low-code e no-code reforça a expectativa por plataformas mais rápidas de configurar, adaptar e colocar em produção.
Right-sizing do software em 2026: por que essa tendência ganhou força
A mudança não acontece por moda. Ela responde a dores muito concretas da operação moderna. A seguir, cinco fatores ajudam a explicar por que o right-sizing do software se consolidou como tendência.
1. Right-sizing do software exige ROI mais rápido
Projetos longos de implementação perdem força quando o negócio precisa justificar investimento com mais agilidade. O foco atual não está apenas no custo da licença, mas no tempo até o valor, no esforço de implantação, no custo de administração e na adoção real pelos usuários.
A própria Freshworks reforça esse posicionamento ao defender software empresarial descomplicado, com impacto percebido em semanas, não em meses ou anos, graças à facilidade de implementação, configuração e uso.
Para diretorias financeiras e de tecnologia, isso muda o critério de decisão: não basta comprar uma solução poderosa no papel. É preciso investir em uma plataforma capaz de provar valor rapidamente.
2. Right-sizing do software depende de usabilidade real
Não existe transformação sustentável quando a experiência de uso é ruim. Ferramentas pouco intuitivas geram resistência, treinamento excessivo, baixa adesão e desperdício do investimento.
Por isso, a experiência do usuário deixou de ser um atributo secundário e passou a ser critério estratégico de seleção. Soluções mais intuitivas facilitam a rotina dos times, reduzem a dependência técnica e aceleram a maturidade operacional.
Esse é um dos pontos centrais do posicionamento da Freshworks: entregar soluções enterprise-grade que sejam fáceis de implementar, usar e configurar, reduzindo complexidade sem abrir mão de capacidade operacional.
3. Low-code e automação elevaram o padrão de agilidade
A popularização do low-code, do no-code e das automações inteligentes elevou a régua do mercado. Hoje, empresas esperam muito mais flexibilidade para adaptar fluxos, lançar melhorias e responder rapidamente às mudanças do negócio.
Isso não significa abrir mão de controle. Significa, sim, reduzir o atrito entre necessidade e entrega. Em um ambiente em que a IA, o low-code e plataformas mais configuráveis avançam rapidamente, manter estruturas excessivamente rígidas e demoradas tende a se tornar um passivo competitivo.
4. O legado custa mais do que parece
Quando se fala em software legado, o debate costuma ficar preso ao custo direto. Mas o impacto real costuma ser mais amplo: integrações difíceis, dependência de especialistas, baixa flexibilidade, processos manuais, lentidão para evoluir e pouca visibilidade sobre o desempenho da operação.
Em outras palavras, o legado não pesa apenas no orçamento. Ele pesa na capacidade de resposta do negócio.
A busca pelo right-sizing do software cresce justamente porque muitas empresas perceberam que a complexidade excessiva não representa sofisticação, e sim um freio para eficiência, produtividade e escala.
5. Right-sizing do software combina melhor com a pressão atual sobre CIOs
Em 2026, o CIO precisa fazer duas coisas ao mesmo tempo: apoiar inovação e sustentar disciplina operacional. Esse equilíbrio exige escolhas tecnológicas mais inteligentes, capazes de reduzir fricção, gerar eficiência e ampliar o impacto da TI e das áreas de serviço no negócio.
Por isso, cresce a preferência por plataformas que não exigem jornadas de implantação excessivamente longas para começar a entregar resultados. A pergunta central deixou de ser “qual solução tem mais camadas?” e passou a ser “qual solução resolve melhor, com menos peso e mais adoção?”.
Onde a Freshworks entra nesse movimento
A Freshworks se destaca nesse cenário por sustentar exatamente a proposta que o mercado passou a valorizar: software empresarial descomplicado, intuitivo e orientado a retorno mais rápido.
Enquanto plataformas tradicionais do mercado muitas vezes carregam projetos longos, alto esforço de implantação e maior complexidade operacional, a Freshworks se posiciona como uma alternativa mais ágil, com experiência de uso mais fluida e administração mais simples. Em sua comunicação institucional, a marca enfatiza soluções desenhadas para serem fáceis de implementar, usar e configurar, com payoff em semanas.
Para a A5, isso é especialmente relevante. Como parceira estratégica da Freshworks, acompanhamos de perto a demanda de empresas que precisam evoluir seus processos com mais agilidade, menos atrito e maior previsibilidade de retorno.
A nova era do software eficiente
A era do software superdimensionado, difícil de operar e lento para gerar valor vem perdendo espaço. Em seu lugar, avança uma lógica mais pragmática e alinhada à realidade das empresas: adotar soluções com melhor encaixe, implantação mais rápida, governança viável e experiência de uso intuitiva.
Esse é o centro do right-sizing do software: trocar complexidade desnecessária por eficiência real.
Quando CIOs e lideranças de negócio escolhem plataformas que equilibram capacidade, simplicidade e velocidade de adoção, a tecnologia deixa de ser um projeto pesado e passa a ser uma alavanca concreta de resultado.
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